segunda-feira, 21 de maio de 2007

Entrevista com o Coordenador do Curso de GNI - Prof. Dr. Cristiano Morini.

1. O CURSO DE GNI É UM CURSO 5 ESTRELAS. POR QUE O CURSO DE GNI ESTÁ PASSANDO POR ESTA MUDANÇA?

Cristiano: A mudança pela qual passamos foi motivada por uma alteração da legislação nos cursos de Administração. A partir de agosto de 2007, nãoserão mais oferecidas "habilitações" do curso de Administração, pordeterminação do MEC. Nenhuma universidade ou faculdade do país poderá oferecer "habilitações" da Administração. Assim, estamos atendendo alegislação e, com a adaptação, nosso curso será denonimado curso de NEGÓCIOS INTERNACIONAIS, bacharelado, 4 anos, com uma nova grade.

2. O NOME "NEGÓCIOS INTERNACIONAIS" FAZ COM QUE PERCAMOS AS 5 ESTRELAS?

C: Não. Continuamos "5 estrelas". O Guia do Estudante 2006 já avaliou o curso de GNI não como uma habilitação da Administração, mas como um curso em sua especificidade, negócios internacionais, ou seja, o novocurso já nasce "5 estrelas".

3. O CURSO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS PRECISA SER AUTORIZADO PELO MEC?

C: Como universidade, a UNIMEP tem autonomia para criar cursos. Isso significa que a autorização já existe.

4. AS MUDANÇAS VÃO INFLUENCIAR TODOS OS ALUNOS?

C: Não, elas não influenciam os alunos que entraram até o primeiro semestrede 2007. As mudanças afetam apenas os alunos que entrarem de agosto para frente. Por exemplo, os alunos que estão agora no 1o. semestre, ao se formarem, daqui a 4 anos, receberão o diploma de "ADMINISTRAÇÃO com habilitação em GESTÃO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS". O mesmo acontecerá para os alunos que estão no 2o, 3o, 4o, 5o, 6o, 7o e 8o. semestres. As mudanças só atingirão quem entrar no curso daqui para frente.

5. OS PRÓXIMOS CALOUROS RECEBERÃO QUE TIPO DE DIPLOMA?

C: Receberão o diploma de "NEGÓCIOS INTERNACIONAIS", bacharelado, ou seja, não é mais um curso da área de Administração, mas um curso em uma nova área do conhecimento, mais afinidada com as especificidades do profissional que enfrenta os desafios da globalização, exportação, importação, câmbio... É bom lembrar que também não é um curso tecnológico, é um curso de bacharelado dos mesmos moldes que o curso de GNI.

6. VOCÊ ENTENDE QUE ESSA MUDANÇA É PARA MELHOR?

C: Depende da lado que olhamos. Por ser um curso em um nova área do conhecimento, teremos condições de oferecer disciplinas mais específicas da área internacional (como transportes internacionais, seguros internacionais, por exemplo). Por outro lado, estamos nos afastando do currículo básico da área de Administração. Enfim, quem gosta da área internacional, o curso de "Negócios Internacionais é o curso".

7. A GRADE CURRICULAR ENTÃO É DIFERENTE DE UM CURSO PARA O OUTRO?

C: Sim, mas nem tanto. A nova grade tem aproximadamente 15% a menos do número de créditos, além de ter disciplinas da área internacional que o atual curso não tem. Por isso, o curso de NEGÓCIOS INTERNACIONAIS vai custar menos que o curso de GNI.

8. QUEM QUISER MUDAR DO CURSO DE GNI PARA O CURSO DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS, PODE?

C: Sim, mas isso tem vantagens e desvantagens. Por exemplo, hoje em dia, oaluno de GNI recebe uma dupla formação: na área de administração e na áreade negócios internacionais. Com o curso novo, o aluno terá uma formação mais focada na área de negócios internacionais. Se o aluno de GNI quiser mudarpara o novo curso, ele pode, e haverá aproveitamento de estudos do que elejá cursou. Se ele mudar para o novo curso, obviamente que ele receberá o diploma de NEGÓCIOS INTERNACIONAIS, e não de ADMINISTRAÇÃO com habilitação em Gestão de Negócios Internacionais.

9. O TEMPO DE DURAÇÃO DO NOVO CURSO É O MESMO?

C: Sim, são 4 anos, é um curso de bacharelado, mas a carga horária total é menor a partir do 5o. semestre. A partir do 5o. semestre, não há mais aulasaos sábados.

10. E O MERCADO DE TRABALHO DO PROFISSIONAL DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS?

C: Praticamente não muda para o mercado do profissional de GNI. O profissional de NI (NEGÓCIOS INTERNACIONAIS) atuará em especialidades do comércio exterior, mas também poderá ocupar cargos administrativos/gestão,por exemplo.

11. COMO ASSIM? EU NÃO ENTENDI.

C: Hoje em dias as empresas contratam mais pelo conjunto de capacidades do aluno, que propriamente pela formação. É assim, por exemplo, que você vêengenheiros em altos cargos administrativos. Na área de gestão, também há oscontadores, os economistas, etc. As empresas têm optado por uma pessoa que saiba trabalhar sob pressão, que seja flexível, que saiba trabalhar emequipes, que seja cativante e motivador, que saiba se comunicar bem, quetenha uma formação sólida, culturalmente forte, que saiba aprender a aprender. O profissional de NEGÓCIOS INTERNACIONAIS vai receber uma formaçãotécnica maior da área de negócios internacionais/comércio exterior, mastambém tem que ter as qualidades apontadas acima.

12. E QUANTO AOS CONCURSOS PÚBLICOS, POR EXEMPLO. O PROFISSIONAL DE NI PODERÁ SE CANDIDATAR?

C: Claro, quando o concurso não especificar a especialização, quando mencionar "cursos superiores", o formado em NI poderá se candidatar sem problemas.

13. EM RESUMO, VOCÊ ESTÁ OTIMISTA?

C: Sim. Os alunos de GNI não têm o que se preocupar. Os novos alunos de Negócios Internacionais herdarão tudo de bom que o curso de GNI conquistounesses anos. Esse curso de GNI tem uma história muito linda para contar. As empresas da região valorizam o aluno que vêm de GNI e também valorizá oaluno que vier do curso de NI. Uma vez li um artigo dizendo que "é precisomudar para continuar igual". Entendo que estamos nesse momento: estamos mudando o curso para continuar igual, com a qualidade reconhecida em todo opaís e como o primeiro curso "5 estrelas" da UNIMEP.

domingo, 20 de maio de 2007

1ª Rodada de Negócios Internacionais

Aconteceu no dia 16 de maio, na Associação Comercial e Industrial de Piracicaba - ACIPI a 1ª Rodada de Negócios Internacionais, que reuniu empresas exportadoras e importadoras de Piracicaba e região e Câmaras de Comércio, traders, trading companies, entre outros.
Países como China, Costa Rica, Alemanha, Eslováquia, Tampa (Estados Unidos) foram representadas neste evento.

Para inscrições para as próximas Rodadas de Negócios contatar 19 3417.1766 ou dci@acipi.com.br com Junior ou Andréia.

Fonte: Informativo ACIPI.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Automec acontece em abril em São Paulo

De 10 a 14 de abril, ocorre em São Paulo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, a oitava edição da Automec – Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços, organizada pela Alcantara Machado Feiras de Negócios com o apoio oficial do Sindipeças e de outras entidades do setor.

"O mercado está aquecido e projeta, de acordo com números do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), um faturamento superior a US$ 29,5 bilhões, ascensão de 3,9% em relação a 2006”, avalia o diretor do evento, Evaristo Nascimento. "Além das novidades em autopeças, o evento reúne em 78 mil metros quadrados de exposição acessórios, máquinas, equipamentos e serviços para a indústria automotiva, concessionárias, oficinas mecânicas e postos de serviços", completa.
As exportações de autopeças diretas (feitas pelos próprios fabricantes) e indiretas (por montadoras, principalmente, e por exportadores independentes) somaram cerca de US$ 8,8 bilhões em 2006, com crescimento de 17% sobre o ano anterior.
As importações também cresceram, mas em percentual bem menor, 1,87%, e chegaram a US$ 6,8 bilhões. O saldo da balança comercial aproximou-se de US$ 2 bilhões, quase 139% superior aos US$ 831 milhões registrados em 2005.

Mais informações no site http://www.automecfeira.com.br
Fonte: Site www.netcomex.com.br

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Setor sucroalcooleiro impulsiona exportações

Os embarques do complexo sucroalcooleiro continuam a impulsionar as vendas externas do agronegócio brasileiro. Em janeiro, os embarques de álcool e açúcar dobraram em relação à janeiro de 2006, chegando a US$ 693 milhões ante US$ 325 milhões no ano passado. O volume total de açúcar exportado cresceu 77% no mês. No álcool, aumentou 110%.
A performance sucroalcooleira ajudou a elevar as exportações em 28,7% em janeiro, para US$ 3,77 bilhões. As importações também cresceram: 25,1%, para US$ 611,7 milhões. Assim, o superávit comercial do agronegócio bateu em US$ 3,16 bilhões no primeiro mês do ano.
Mas foi no acumulado dos últimos 12 meses que a balança do setor atingiu um recorde histórico. Pela primeira vez, as vendas ultrapassaram US$ 50 bilhões, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura. Chegaram a US$ 50,26 bilhões entre fevereiro de 2006 e o mês passado. O resultado significa um aumento de 14,4% em relação ao período anterior.
Os segmentos que mais contribuíram para o aumento das vendas foram o complexo sucroalcooleiro (70,7%); produtos florestais (10%); café (17,4%); sucos de frutas (41,7%); couros e produtos de couro (15,4%). No mesmo período, as importações foram 30,6% superiores aos 12 meses anteriores, totalizando US$ 6,81 bilhões. Dessa forma, o superávit acumulado nos 12 meses somou US$ 43,44 bilhões.
Os dados divulgados pela Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura apontam, ainda, que as vendas externas de sucos de frutas em janeiro foram 133,5% superiores ao mesmo período de 2006. Também contribuíram altas nos embarques de café (41,6%) e do complexo carnes (13,5%).
Com exportações de US$ 715 milhões, o segmento de carnes liderou as vendas. As vendas de carne "in natura" cresceram 39%, passando de US$ 180 milhões para US$ 260 milhões. A receita com exportações de carne suína "in natura" subiu 6,7%, traduzindo uma elevação de 8,2% nos preços internacionais, mesmo com a retração de 8,2% na quantidade exportada. As exportações de frango "in natura" caíram 4,8% na quantidade embarcada, com preços 6,2% inferiores, o que determinou queda de 10,8% no valor exportado.
Em termos de destinos das exportações do agronegócio, o mês de janeiro marcou o crescimento dos valores exportados para o Oriente Médio (75,8%); União Européia (37,9%); e África (30,5%).

Data: 13/02/2007
Fonte: Valor Econômico



Bem vindo(a) ao Blog do Curso de Gestão de Negócios Internacionais da Universidade Metodista de Piracicaba !

Nosso objetivo é o de criar um canal de informações gerais sobre o comércio internacional, oferecendo oportunidades de trocas de informações à todos os alunos, professores e interessados nesta área, auxiliando em nosso desenvolvimento acadêmico / profissional.